Sistema frente de caixa: aumentando as vendas da sua loja

Jun 24, 2019


O PDV é um ambiente importante para a sua loja, esse espaço pode e deve ser usado para impulsionar as vendas. Achar que esse local serve apenas para os clientes realizarem o pagamento da compra e para embalar as mercadorias é um erro grave do varejista e pode custar caro. Dessa forma é fundamental contar com um sistema frente de caixa para tornar a operação rápida e eficiente.

Da mesma forma é importante investir em automação e treinar a equipe para cuidar bem desse espaço.

Sistema frente de caixa: aumentando as vendas da sua loja


VEJA ALGUNS PONTOS IMPORTANTES SOBRE O PONTO DE VENDA E UM SISTEMA FRENTE DE CAIXA:

IMPORTÂNCIA DO PONTO DE VENDA (PDV)

Antes de mais nada é preciso observar o posicionamento e o espaço, levando em consideração as necessidades desse local.

Outro aspecto interessante é perceber que esse espaço também é importante na divulgação de produtos, pois os clientes param ali.

É preciso também que aconteça um treinamento específico para a equipe que ficará responsável por gerenciar esse local, perdas no varejo são constantes devido a furtos que acontecem nesse local. É preciso também levar em consideração a importância de um visual agradável ao cliente, de uma forma que não fique poluído o local e atrapalhe a circulação de clientes.

Quer saber o que são perdas e como evitá-las em sua loja? contato@minaslegal.org

ATENDIMENTO INFLUENCIA NO PONTO DE VENDA

O atendimento dos funcionários nesse local é algo que influencia na satisfação do cliente, portanto é preciso treiná-los para conseguirem criar a melhor experiência para o cliente, de forma que esse cliente consiga sair com a sensação que realizou uma boa compra e tenha vontade de voltar ao estabelecimento.

SISTEMA FRENTE DE CAIXA

Não adianta nada você investir nesse espaço para expor os produtos e não se preocupar com a operação do caixa.

Controlar os produtos que são vendidos, controlar a forma de pagamentos e estabelecer um controle financeiro são características que tornam um sistema frente de caixa (ou software de PDV) essencial para esse local. Esse sistema faz com que o processo seja ágil e aconteça de uma forma que não deixe o cliente o insatisfeito. Afinal de que adianta esse espaço se o cliente vai estar chateado com a demora para ser atendido?

INTEGRAÇÃO COM OUTROS SISTEMAS

É importante que o seu sistema de frente de caixa esteja integrado com outros sistemas da loja.

Um software de gestão é importante para o seu frente de caixa, pois ele será a ligação entre todos os processos da sua empresa. O resultado é que será mais rápido a operação de venda de um produto se o PDV estiver ligado ao sistema de controle de estoque e controle fiscal, por exemplo.

Para aumentar as vendas no seu ponto de venda é importante que todos as atividades estejam bem orientadas e definidas. Processos automatizados, como um sistema frente de caixa, agilizam o funcionamento e influenciam na criação de um ambiente favorável para o consumidor comprar mais na loja.

O resultado é o que os varejistas mais desejam: aumento das vendas.

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PDV (Ponto de venda): a parte mais importante da loja

Jun 23, 2019

O PDV (Ponto de venda) é o ponto mais importante da loja, afinal o grande objetivo do varejo é vender.

Sendo assim os processos essenciais deste local nunca podem parar. Emissão de cupons fiscais, recebimento de pagamentos e o software do seu ponto de venda, são processos que, se, pararem com certeza o resultado será grandes prejuízos para o varejista.

PDV (Ponto de venda): a parte mais importante da loja


IMPORTÂNCIA DE UM SOFTWARE DE PDV (Ponto de venda)

Implementar um sistema de automação dos processos do ponto de venda é essencial para o bom funcionamento e a eficiência das atividades. Processos mais rápidos são importantes para a satisfação do cliente o que resulta rapidamente em melhores números de vendas.

O primeiro passo é escolher um software de atenda às necessidades do sua loja.

Saber exatamente as necessidades do seu frente de caixa é um diferencial que deve ser considerado no momento de escolher qual software será a base da sua operação do PDV. Contar com um software que ofereça um suporte qualificado e no momento do problema, ofereça uma manutenção rápida, evitará que você tome prejuízos por falhas de funcionamento desse sistema.

Um problema mal resolvido ou a demora para ser resolvido pode causar impacto direto nas vendas.

Integração entre o PDV (Ponto de venda) e os outros setores e processos da loja

Um software de gestão oferece a integração entre todos os processo da sua loja, o PDV entra nessa teia integrada.

Processos integrados evitam que erros aconteçam no momento dos dados serem transmitidos, a segurança e a agilidade são fatores que também colaboram para todo o sucesso da operação total do varejo.

O processo de venda começa no momento do pedido do produto , dessa forma integrar os processos é garantir o sucesso.

Nesse mesmo processo de venda, a ultima etapa é a concretização da venda pelo cliente. Nesse momento é importante que todos os outros processos sejam realizados com eficiência para evitar algum problema que afete diretamente a decisão de compra do consumidor.


PDV (Ponto de venda): a parte mais importante da loja

Investimento no PDV (Ponto de venda)

Por ser um processo extremamente importante é necessário investimentos, como um bom software e treinamento dos funcionários responsáveis pelo setor.

A escolha de equipamento do PDV é também um ponto importante, é necessário uma boa impressora, um computador e internet, essas tecnologias garantirão o funcionamento do seu frente de caixa.

Sempre procure os melhores equipamentos para que você possa conseguir o melhor resultado do seu software de PDV e de gestão. O investimento será recuperado por meio da eficiência e será reconhecida no aumento das vendas.

O seu PDV merece muita atenção, não deixe problemas afetarem todo seu processo de venda.

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O que é NFCe e como funciona essa nota?

Jun 23, 2019


Você sabe o que é NFCe? Qual o motivo da existência dessa nota? Sabe como funciona esse documento fiscal do PDV? Já ouviu falar de DANFE-NFCe? Vamos responder essas perguntas, apresentando o conceito e exemplificando o funcionamento da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica.

O que é NFCe e como funciona essa nota?

O que é NFCe?

NFCe é a sigla de Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica. Este documento digital fiscal serve para registrar as transações comerciais realizadas entre uma empresa e o consumidor final.

Essa nota faz parte do SPED e a sua funcionalidade é similar ao cupom fiscal, visto que a NFCe é considerada a evolução natural das antigas notas emitidas pelo ECF.

O grande motivo para a existência dessa nota e para a migração da tecnologia do ECF para a NFCe, é a possibilidade de maior automatização do processo de emissão de notas e por consequência disso o controle do fisco sobre os estabelecimentos comerciais.

Os processos que fazem parte da rotina fiscal da empresa sofrem uma tendência natural para a migração para o ambiente digital, isso favorece o acesso posterior, a gestão da empresa e a transferência de dados rapidamente entre empresas, consumidores e o Estado.

Saber o que é NFCe é importante para os varejistas, pois apesar de ser um documento digital, na hora da concretização da venda deverá ser impresso um documento para entregar para o cliente, o DANFE-NFCe.


O que é o DANFE-NFCe?

O Documento Auxiliar da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica, é um comprovante que representa de forma resumida as informações que estão inseridas na NFCe, além disso o DANFE também contém a chave de acesso e o QR Code para que o consumidor consiga acessar a nota fiscal do seu dispositivo com internet.

Para imprimir o DANFE-NFCe não é necessário contar com uma impressora fiscal (ECF), ele pode ser impresso em uma impressora comum térmica ou a laser.

Agora que já explicamos o que é NFCe e apresentamos o DANFE-NFCe, vamos falar um pouco sobre o funcionamento da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica.

O que é NFCe e como funciona essa nota?

Como funciona a NFCe:

A emissão da NFCe funciona em tempo real, isso quer dizer que, toda a comunicação entre contribuinte e fisco acontece instantaneamente por meio de um software emissor. Na hora de concretizar uma venda no frente de caixa da sua loja os dados são preenchidos e transmitidos diretamente à SEFAZ por meio de uma conexão com a internet.

A resposta do fisco também acontece imediatamente, liberando a DANFE-NFCe, que a partir desse momento, já pode ser impressa e entregue ao cliente.

Para o funcionamento da NFCe dois elementos são fundamentais: o software emissor e o certificado digital. O software emissor é responsável pela emissão da nota, já o certificado digital tem o papel de fornecer a assinatura digital, garantindo a segurança das informações apresentadas.

Na falta de internet, é possível realizar a emissão de NFCe em modo de contingência. Ao retornar a internet, o software emissor de NFCe transmitirá os dados para a Sefaz autorizando a operação.



Vantagens da NFCe:

Esse tipo de nota fiscal proporciona diversas vantagens para o varejista, vamos apresentar as principais:

Economia: principalmente com relação ao uso de papel, pois deixa de ser obrigatório a impressão do documento fiscal com todas as informações da venda. Outra economia é na aquisição de impressoras, não sendo necessário contar com uma impressora fiscal, o varejista tem a liberdade de contar com uma impressora comum para a impressão do DANFE-NFCe.

Liberdade para expansão de PDVs: usando a NFCe, no momento de uma expansão no número de checkouts da loja não é necessário a autorização do fisco, como é realizado com o ECF. Isso proporciona ao varejista a liberdade de investimentos sem tem que ficar preso ao processo da SEFAZ.

Acesso online: tanto para os consumidores, quanto para os varejistas, acessar as notas pela internet é uma vantagem enorme. A gestão, o controle financeiro e fiscal são os setores que mais ganham com esse benefício.

O que é NFCe: cuidados que o varejista deve tomar

A NFCe foi criada para automatizar ainda mais a emissão de notas fiscais e garantir ao fisco uma maior fiscalização sobre os tributos e impostos durante uma transação comercial. Dessa forma o varejista precisa emitir a nota dentro de todas as regulamentações impostas pela SEFAZ.

Apesar de ser um documento eletrônico, o varejista deve arquivar a NFCe por 5 anos, para possíveis comprovações de pagamentos de impostos e outras necessidades durante uma fiscalização.

Por esse motivo, e para garantir um processo de emissão de NFCe confiável, é preciso contar com um software emissor seguro, que tenha conhecimento sobre as demandas do mercado e sobre as exigências do Fisco.

Sua loja esta preparada para a emissão da NFCe? Deixe sua opinião nos comentários.

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NFC-e em Minas Gerais: entenda as novas datas

Jun 23, 2019


A Nota Fiscal Eletrônica de Consumidor é uma regulamentação prevista para fazer parte do dia a dia dos varejistas mineiros em breve. A movimentação começou a ganhar força no começo do ano de 2018 e a SEFAZ chegou a selecionar uma data. Entretanto, em junho foi publicada uma nota oficial com o Adiamento NFC-e em Minas Gerais.

No dia 14 de dezembro foi publicado o Decreto Nº 47.562 que altera o regulamento do ICMS referente a NFC-e em Minas Gerais.

Novidade! No dia 6 de fevereiro de 2019 foi publicada a Resolução nº 5.234, que estabelece a obrigatoriedade de emissão da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica – NFC-e e apresenta as datas e detalhes dessa nova legislação.

Ainda não sabe o que é a Nota Fiscal Eletrônica do Consumidor? Veja neste artigo.

Adiamento NFC-e em Minas Gerais: entenda as novas datas

Começo da implantação da NFC-e em Minas Gerais

O início da transição para a NFC-e se deu em novembro de 2017, quando a SEFAZ anunciou a adoção dessa tecnologia do Estado. Nesse primeiro momento, foi definido que a partir de abril de 2018 começaria o projeto piloto. Logo em seguida, o ambiente de produção, no mês de julho.

Veja o artigo que fizemos explicando os detalhes da implantação da NFC-e.

As datas e obrigatoriedades

Todos contribuintes obrigados a emitir a NFC-e deverão observar além da resolução Resolução nº 5.234 , o disposto na Seção III do Capítulo IV da Parte 1 do Anexo V do RICMS e no Ajuste SINIEF 19/2016.

Para acobertar as operações de varejo com entrega imediata ou em domicílio, destinadas a consumidor final não contribuinte do ICMS, em substituição à Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, e ao Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal, o ECF, deverá ser emitida a NFC-e a partir de:

I – 1º de março de 2019, para os contribuintes que se inscreverem no Cadastro de Contribuintes deste Estado a contar da referida data;

II – 1º de abril de 2019, para os contribuintes:
a) enquadrados no código 4731-8/00 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE – (comércio varejista de combustíveis para veículos automotores);
b) cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$100.000.000,00 (cem milhões de reais);

III – 1º de julho de 2019, para os contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais), até o limite máximo de R$100.000.000,00 (cem milhões de reais);

IV – 1º de outubro de 2019, para os contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$ 4.500.000,00 (quatro milhões e quinhentos mil reais), até o limite máximo de R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais);

V – 1º de fevereiro de 2020, para:
a) os contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja inferior ou igual ao montante de R$ 4.500.000,00 (quatro milhões e quinhentos mil reais);
b) os demais contribuintes.


Posso adotar a NFC-e antes da obrigatoriedade do meu “perfil”?

Mesmo que sua empresa ainda não seja obrigada, é possível antecipar a adoção da NFC-e. Fica facultada, a partir de 1º de março de 2019, ao contribuinte que ainda não esteja alcançado pela obrigação de emissão da NFC-e, efetuar a opção pela emissão da NFC-e, mediante credenciamento.

Atenção! Após o credenciamento para emissão da NFC-e ou, iniciado o período de obrigatoriedade, fica vedada:

I – a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, devendo ser cancelado o estoque remanescente, observados os procedimentos previstos na legislação;
II – a concessão de autorização para utilização de equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF.

Ou seja, a partir do momento que o estabelecimento emitir a NFC-e, ele não poderá mais cadastrar novos ECFs. No entanto, segundo nossa interpretação, o ECF poderá coexistir com a NFC-e.

Após essa data minha loja será obrigada a trocar os ECFs pela NFC-e?

Fica facultado ao contribuinte a utilização do ECF já autorizado, por até nove meses, contados da data da obrigatoriedade ou até que finde a memória do equipamento, o que ocorrer primeiro. Seguindo todas as regras do PAF-ECF e suas obrigações.

A Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, emitida após o credenciamento ou iniciado o período de obrigatoriedade, e o Cupom Fiscal emitido fora do prazo serão considerados falsospara todos os efeitos fiscais, fazendo prova apenas a favor do Fisco, conforme previsto no art. 135 do RICMS.

Após a cessação de uso, o ECF poderá ser utilizado para impressão do Documento Auxiliar da NFC-e – DANFE NFC-e.

Minha empresa é MEI, precisarei emitir NFC-e?

Para empresas do MEI, não há mudanças, pois continua a desobrigação conforme o art. 18-A da Lei Complementar Federal nº 123/2006.

Onde consigo encontrar mais informações?

Para emissão de NFC-e, o contribuinte deverá credenciar-se junto à SEF-MG, conforme orientações disponíveis no Portal SPED MG.

Recomendamos que todos leiam tanto a resolução quanto o decreto na íntegra, há detalhes importantes!

Decreto Nº 47.562

Resolução nº 5.234



O que significa a NFC-e em Minas Gerais para os varejistas?

Ainda não sabe o que é a Nota Fiscal Eletrônica do Consumidor? Veja neste artigo.

A implantação da NFC-e promete oferecer algumas vantagens para o varejista. Entre as mais importantes destacam-se a possibilidade de emitir notas sem ter que usar uma impressora fiscal e a possibilidade de conseguir expandir pontos de venda sem necessitar de autorização do Fisco.

Como a NFC-e irá substituir a Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, e o cupom fiscal emitido pelo ECF, é importante que o varejista já comece a se planejar para adotar esse sistema em sua loja.

A mudança para a NFC-e não altera somente o cupom fiscal, mas sim o conceito da operação do caixa no varejo. A equipe da loja deverá enxergar que a operação, anteriormente física e condicionada a um equipamento ECF, passará para o ambiente virtual com uma dinâmica completamente diferente.

O primeiro passo para realizar esse planejamento é procurar uma software house. Afinal, será preciso contar com um programa emissor adquirido ou desenvolvido pelo contribuinte.

Em seguida, será fundamental capacitar a equipe da loja e definir novos processos para se adequar à nova realidade. Isso porque a NFCe traz uma série de detalhes que podem transformar sua operação em um pesadelo.

Será necessário revisar todo o cadastro de produtos para evitar que uma NFC-e seja rejeitada no momento da venda – causando transtorno para seus clientes. Além de verificar a infraestrutura da loja, principalmente seu provedor de internet, para garantir uma operação rápida e segura.

Estamos preparando materiais para apoiar os varejistas nessa fase de transição e compartilharemos em breve em nossos canais.


O InfoVarejo estará atento às novidades e enviaremos para nossos leitores.

Gostou desse artigo? Achou que ele foi importante para o entendimento sobre a NFC-e? Compartilhe com seus contatos.

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CFC lança livro com trabalhos do Concurso Resgate da Memória Contábil nos Estados

Dec 9, 2017

Por Fabrício Santos

Comunicação CFC

Os autores vencedores do Concurso Resgate da Memória Contábil nos Estados, promovido pelo Conselho Federal de Contabilidade, receberam os certificados referentes à premiação, durante o lançamento do livro Resgate da Memória Contábil nos Estados, ocorrido no dia 14 de setembro, quando da realização do painel “Desmistificando o Mestrado e o Doutorado”. O painel fez parte da programação do 20º Congresso Brasileiro de Contabilidade, que foi realizado de 11 a 14 de setembro, no Centro de Eventos do Ceará, Fortaleza (CE).

Os autores Marcelo do Nascimento França (AC), “História da Memória Contábil no Estado do Acre”; Angela Zechinelli Alonso (SP), “Resgate da Memória Contábil no Estado de São Paulo”; e Marco Aurélio Gomes Barbosa (RS), com o trabalho “Das Primeiras Evidências à Consolidação: O Resgate da Memória Contábil no Rio Grande do Sul”, foram os grandes vencedores.

Idealizado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e com a parceria dos Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs), o concurso teve o objetivo de estimular o resgate da história da Contabilidade e a sua importância como ferramenta de desenvolvimento nos estados, assim como a sua memória e evolução. A iniciativa visou também provocar nos profissionais e estudantes a reflexão sobre a importância e a valorização da profissão contábil.

Para o presidente do CFC, José Martonio Alves Coelho, o concurso “foi uma grande oportunidade de ampliação dos conhecimentos, por meio do acesso aos fatos que até então se encontravam no anonimato e que, certamente, funcionaram como catalisadores na construção da identidade da profissão”, afirmou o presidente.

O livro Resgate da Memória Contábil nos Estados – publicação com os 27 trabalhos recebidos – está disponível para download no site do CFC. Clique na imagem para conhecer o livro:

FONTE: http://cfc.org.br/noticias/concurso-resgate-de-mem...

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CONTE CONOSCO PARA A TRANQUILIDADE DE SUA GESTÃO.